Entre todas as
obrigações da vida, nenhuma é tão grande quanto a de termos o
nosso sustento por toda a nossa vida.. Trabalho é a palavra, e são
essas obrigações profissionais que mais pesam quando vai se dando
conta de que que terá de se manter, e dinheiro não é algo fácil
de conseguir.
Em momentos que você
não está empregado, ou os negócios não vão bem, é a sua
família..seus pais e sua esposa que irão te apoiar, com certeza
eles estarão do seu lado, porque te querem bem, mas as vezes só o
apoio não irá ajudar, e você terá de se desdobrar, e encontrar
alguma maneira de garantir o seu ganha pão.
Todos temos
sonhos..todos procuram a felicidade, e como diz a propaganda “o que
faz você feliz?”
Quem não quer ter um
carrão ? Uma casa boa? Casa na praia? Roupas da moda? Viajar?
As vezes nem precisa de
tanto, o que algumas pessoas simplesmente querem é ter o que comer
amanhã...
Quando fui para o
nordeste vi praias lindas, mas também nunca vi tanta gente pedindo
esmola, era de partir o coração e fazer pensar, e eu mesmo já
fiquei desempregado tendo aluguel e as contas da casa para pagar,
comida para comprar, e aquela preocupação de não saber quando é
que você vai arrumar outro emprego logo, em certos momentos você se
fragiliza, ser humano é ser humano, e às vezes não é fácil.
Postei a cena do filme
a procura da felicidade porque é disso que ele trata, e o filme é
tocante, às vezes você tem tudo na mão seu reclamão, e está aí
achando a vida injusta porque não tem o novo lançamento de celular,
ou um sapato caro ou qualquer outra coisa tal qual você viveria
muito bem sem... aprendi algo importante desde cedo, a abominar gente que joga
comida fora, sabe dessas que enchem o prato e comem só a metade? É
ridículo, mas tem muita gente que ainda faz.
Estudar, ser
responsável e comprometido, são as coisas que ocupam nosso tempo e
preocupação, porque a nossa felicidade pode ser comprar um
apartamento novo, mas pode ser também saber que amanhã você vai
ter o que almoçar...e quando você tem a sua família, marido ou esposa, cuidem sempre um do outro, pois é de um que o outro irá precisar pelo resto da vida, e nunca se esqueça disso...
“Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem”.
(Manuel Bandeira)


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