quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Pais e filhos




Já deu a cota de preconceito neh...adolescentes criados por mães lésbicas vão melhor na escola, têm mais amigos e se sentem bem consigo mesmos. Precisa mais?

Nos últimos anos estudos tem mostrado que a orientação sexual dos pais não influencia o ajustamento psicológico e social das crianças. Uma pesquisa Da psiquiatra Nanette Gartrell , que acompanhou a primeira geração de famílias lésbicas planejadas constatou que aos 17 anos de idade, seus filhos se saiam melhores que outros adolescentes em alguns aspectos.
Os filhos de lésbicas tiveram melhor desempenho na escola e mais interações sociais por exemplo, do que garotos de famílias heterossexuais. Apresentaram também menos problemas comportamentais, como agressividade e violação de regras. Os dados vem do Estudo Nacional Longitudinal de Famílias lésbicas dos EUA (NLLFS) iniciado há 26 anos.

Os resultados surpreenderam, os filhos das lésbicas eram muito bons na escola, tinham diversos amigos de longa data e fortes laços familiares. Esse desempenho não é por acaso, as mães lésbicas participam mais ativamente da vida dos filhos, precisaram educar todo mundo a sua volta – do obstetra a professores – também participaram de programas anti bullyng nas escolas. Elas dedicam muito tempo para tornar o caminho dos filhos o mais seguro e saudável possível. E as crianças que foram alvo de comentários homofóbicos souberam lidar com isso.
Ate então os juízes sempre tiveram a tendencia de negar a pais gays a custodia dos filhos a homossexuais divorciados, alegando que não havia nenhum estudo longitudinal que comprovasse que pudessem ser bons pais, agora com esse que é o mais longo estudo já feito, os juízes não podem mais levar adiante o seu preconceito.


Nada contra nem a favor a orientação sexual das pessoas, isso não é defeito, defeito é falsidade, falta de caráter, defeito é essa porção de mães que não tem comprometimento e dedicação de tempo aos filhos, temos hoje uma enchurrada de meninas que não tem condições de ser mães tendo filhos.
É mãe que não dá atenção, que abandona a criança no lixo, no rio, que só fala gritando ou espanca a criança, que se preocupa mais com suas futilidades do que com a necessidade de atenção dos filhos, essas sim deveriam ter a gurda das crianças perdidas.

O preconceito é um gigante atestado de burrice.


“Vamos pedir piedade
Senhor, piedade,
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem”

(Blues da piedade Cazuza)



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