Já deu a cota de
preconceito neh...adolescentes criados por mães lésbicas vão
melhor na escola, têm mais amigos e se sentem bem consigo mesmos.
Precisa mais?
Nos últimos anos
estudos tem mostrado que a orientação sexual dos pais não
influencia o ajustamento psicológico e social das crianças. Uma
pesquisa Da psiquiatra Nanette Gartrell , que acompanhou a primeira
geração de famílias lésbicas planejadas constatou que aos 17 anos
de idade, seus filhos se saiam melhores que outros adolescentes em
alguns aspectos.
Os filhos de lésbicas
tiveram melhor desempenho na escola e mais interações sociais por
exemplo, do que garotos de famílias heterossexuais. Apresentaram
também menos problemas comportamentais, como agressividade e
violação de regras. Os dados vem do Estudo Nacional Longitudinal de
Famílias lésbicas dos EUA (NLLFS) iniciado há 26 anos.
Os resultados
surpreenderam, os filhos das lésbicas eram muito bons na escola,
tinham diversos amigos de longa data e fortes laços familiares. Esse
desempenho não é por acaso, as mães lésbicas participam mais
ativamente da vida dos filhos, precisaram educar todo mundo a sua
volta – do obstetra a professores – também participaram de
programas anti bullyng nas escolas. Elas dedicam muito tempo para
tornar o caminho dos filhos o mais seguro e saudável possível. E as
crianças que foram alvo de comentários homofóbicos souberam lidar
com isso.
Ate então os juízes sempre tiveram a tendencia de negar a pais gays a custodia dos filhos
a homossexuais divorciados, alegando que não havia nenhum estudo
longitudinal que comprovasse que pudessem ser bons pais, agora com
esse que é o mais longo estudo já feito, os juízes não podem mais
levar adiante o seu preconceito.
Nada contra nem a favor
a orientação sexual das pessoas, isso não é defeito, defeito é
falsidade, falta de caráter, defeito é essa porção de mães que
não tem comprometimento e dedicação de tempo aos filhos, temos
hoje uma enchurrada de meninas que não tem condições de ser mães
tendo filhos.
É mãe que não dá atenção, que abandona a
criança no lixo, no rio, que só fala gritando ou espanca a
criança, que se preocupa mais com suas futilidades do que com a necessidade de atenção dos filhos, essas sim deveriam ter a gurda das crianças perdidas.
O preconceito é um
gigante atestado de burrice.
“Vamos
pedir piedade
Senhor,
piedade,
Pra essa
gente careta e covarde
Vamos
pedir piedade
Senhor,
piedade
Lhes dê
grandeza e um pouco de coragem”
(Blues da
piedade Cazuza)

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